Proclamando a Alvorada

Os Privilegiados Pioneiros

ANIMAIS CAMINHANDO EM SINCRONIA COM O SEU PARCEIRO

NATUREZA QUE DEIXAMOS DESGOVERNADA 

 O homem deixou o seu mundo continuar em guerra como poderá se importar com o mundo animal?
Ao ver o video em baixo e se antes comia sardinhas hoje me culpo pois sou igualzinha que os restantes animais.
Deus deu este planeta ao homem, mas ele deixa a terra e o mar sofrer. 

As sardinhas alimentam-se de outros animais? No entanto saíram em comunidade para serem devastadas por toda a espécie de predadores. Na terra no ar no no mar não existe paz. Nem entre os humanos nem entre os animais.
A culpa só pode ser nossa os humanos que se julgam inteligentes. Somos inteligentes para filmar mas não existe quem procure soluções para que o sofrimento deixe de existir. 


Porque não somos mais que simples animais? Porque sem um instrutor divino não sabemos como virar este planeta num paraíso para o homem e o animal  
Leia o texto em baixo e depois em Habacuque 1: 14 Medite e compreenda 




Há quem julgue que existe um humano que comanda e é responsável pelos sistemas iníquos. Outros supõem que esse comando é de um ser espiritual que nos domina com perversidade. Ao observarmos um cardume de peixes parece-nos que ele é comandado por um peixe líder, mas isso não é real. Cada peixe reage apenas em sincronia com os movimentos do seu vizinho mais próximo. Assim se movimentam as multidões de humanos sem conhecimento dado pela fonte espiritual divina. Esta seria um meio fidedigno para que a verdadeira ciência produzisse o bem. Quando há catástrofes o próprio Deus nos poderia avisar, se cada um de nós se preocupasse em desenvolver a ciência do diálogo com Ele. Então não seriamos arrastados em multidão nem estaríamos influenciados pelos sistemas corruptos. Sim, todo o mal poderá ser superado, quando cada um, individualmente, tiver como guia esse Ser divino.

O dever do instrutor é fazer que Deus fale diretamente com cada pessoa. O líder que não conhece o diálogo divino não o ensina ao povo e faz com que as multidões sejam arrastadas na onda da ignorância. Eles são como o cardume de peixes; quando um é atingido pelo predador são milhares os que se desarmonizam na sua marcha. Embora os povos tenham poder para rapidamente voltarem ao mesmo ritmo de caminhada que levavam anteriormente, continua a não haver um que tenha a coragem de sair daquele ritmo para seguir um rumo individual.

Olhe para os predadores humanos eles estão constantemente neste mar onde supomos ser bons nadadores. A solução para os vencer é não ser arrastado nas ondas e não seguir as multidões. Seja um ser individual, não fale e não faça aquilo que todos fazem. 
Guie-se com informação divina pois desse modo conhecerá a si e a onde estão os predadores. 


Sincronia com o mundo? 
Serve apenas para o animal e nem assim eles conseguem se proteger ou libertar com o poder da união.  



A Bíblia pode nos dar algumas lições mas não deixe que os outros a interpretem. Peça a Deus informação. Faça uma pergunta e tire um texto ao acaso. Interprete-o de muitas maneiras diferentes mas não se deixe influenciar pelos que dizem ter a verdade. Não se prive de escutar todas as opiniões e lembre-se que Deus lhe dá a liberdade de formar a sua que pode ser diferente. 

http://www.bibliaonline.com.br/acf

Habacuque 1:1-15




Este é um outro video em que mostra o cardume a conseguir fugir do tubarão. O tubarão parece brincar com o cardume.  

"O ACASO É CIÊNCIA DIVINA!"

“O ACASO É UMA CIÊNCIA DIVINA”É preciso distinguir as coincidências.

O ACASO FOI DIVINO ONTEM E CONTINUA A SÊ-LO HOJE.


Vamos estudar o que se tem falado sobre o acaso e a comunicação entre o homem e o Ser divino ao longo dos tempos.
Sempre que investigo a História, terei que escrever o que os outros viveram aliado às minhas experiências, escreve diriamete todas as que tenho vivido.
É pelo que hoje vivemos que se podem avaliar mais correctamente os relatos históricos.
Não estudo História para conhecer a verdade sobre o passado; se não experienciássemos algo parecido com o que alguém viveu noutro tempo, seria difícil de entender o que os nossos antepassados escreveram.
Ao mencionar um texto bíblico ou outras fontes antigas, eu viso mostrar que, desde tempos remotos, esses autores acreditaram que o acaso é divino e que, também por isso, usufruíram de vários benefícios.
Talvez ainda não se tenha apercebido que a Bíblia tem dezenas ou talvez centenas de relatos sobre o acaso. Os líderes religiosos não os têm estudado nem praticado os métodos que vou mencionar. Não ensinam como estabelecer um diálogo com ser divino.
Por que razão eles não o têm feito? O próprio Deus esclarecerá a cada um.

Vamos ver como.

Quem já leu alguns dos meus escritos conhece as experiências por que tenho passado. Elas dariam para escrever centenas de livros sobre as sincronias divinas para nos fornecer informação.

Explicarei adiante como se pode usar o acaso a partir de um método aprovado por Ele.

Descrevo as minhas experiências com excertos bíblicos e explicarei a maneira como os descobri e como os interpretei. Escolho alguns acontecimentos, que são os mais breves e os mais fáceis de expor.

Ao longo do tempo, a Humanidade tem passado por períodos místicos com grande carga religiosa. No entanto o acaso tornou-se  uma fonte de informação dada por Ele.
Recentemente, os assuntos sobre o acaso têm servido para investigação científica na área da matemática, concretamente nos sistemas aleatórios. Embora tenham trazido vários benefícios materiais, como os sorteios e a teoria dos jogos tão usada nas ciências económicas, mas isto pouco tem servido para a investigação espiritual.

O acaso é uma prova de que uma força estranha está por detrás de tudo e a ciência humana tem desejado esclarecer movimentos e forças.
O que se passa com a física quântica? Os electrões fogem da vista humana sempre que há o desejo de os localizar; os cientistas começam por admirar essas forças cósmicas e sabem que, como não as podem controlar, têm que se deixar subjugar por elas.

Outros há que chamam a essas forças “deuses” e temem-nas ou, pelo menos, respeitam-nas; criam histórias sagradas e cheias de símbolos. Isto acontece porque desconhecem na realidade as suas causas e não conseguem explicar os fenómenos.

Imaginamos os humanos a transcender essas forças e até mesmo as leis físicas a que todos estamos submetidos... Eles dizem que se conhecerem a fundo essas leis, que nos restringem, poderiamos também usá-las a nosso favor e até libertarmo-nos das restrições que elas impõem. O leitor entende que isso seja possivel já que as leis do acaso foram fiememente estabelecidas pelo Criador?

No entanto, o que a ciência ainda não está consciente é que a via para nos libertarmos é entrar em contacto com o Criador dessas leis, para as conhecer, claro que só será possivl conhecer o que Ele desejar nos revelar, e Ele não deixa de o fazer se o entender ser util.

Vou provar que Ele nos quer falar sobre estes assuntos.

Por vezes não queremos aceitar que, de um instante para o outro e num momento imprevisto, Ele pode mudar as leis que pensamos estarem firmemente estabelecidas. 

É preciso estarmos preparados para compreender certos fenómenos.

A verdadeira ciência e a descodificação dos enigmas Ele nos facultará individual. Se eu desse a minha chave para outro entrar, a porta não se abriria.
Eu posso mostrar-lhe que tenho uma chave e contar o que vi para lá dessa porta, mas tudo o que ouvir irá talvez parecer irreal.

Só quando entrar com a chave que Ele lhe der a si, e só depois de ver o que está para além dessa entrada, é que então se beliscará e dirá: “Estou de facto aqui a viver o que me foi contado!”.


As más interpretações e as atitudes precipitadas.

Antes de lhe contar um episódio da minha vida, vou contar o que li, já não me recordo onde:

− Surgiu uma voragem no fórum de Roma e, quando alguém consultou o oráculo sobre o que se devia fazer para se compor o que estava mal, este respondeu que se jogasse para o abismo tudo quanto o povo romano tinha de mais precioso. Cúrcio precipitou-se então nele com as suas armas e o seu cavalo, porque acreditava que o povo romano nada possuía de mais precioso que as suas armas e a sua bravura.

Como sempre, o oráculo respondeu bem; só que o homem interpretou mal.
Pensemos duas vezes: o que é que todos nós temos de mais precioso e que governa toda a nossa vida? É uma pergunta à qual o Ser divino nos pode aconselhar.
Para mim o que temos de mais precioso não é aquilo que julgamos certo ou errado. Reconheço que é pelos nossos julgamentos precipitados que entregamos as nossas vidas à morte. Foi isto que aconteceu desde as decisões atribuídas pelo Génesis a Adão e Eva.

Quanto a mim, o que adquiri de mais precioso é saber que Deus está sempre disposto a dar-me a Sua opinião. Ele tem sempre uma palavra encorajadora e amiga como resposta a cada interrogação. Nos momentos em que tendo a interpretar mal o que Ele me diz, as Suas respostas são imprescindíveis. Quem o consulta sabe o quanto essas orientações ajudam não só a preservar a vida, como a torná-la mais leve para si e para os outros.
Foi o que aconteceu com a experiência que vou contar a seguir.

A escolha divina

Tive algumas lojas de confecção numas aldeias na zona da Guarda e uma delas era no Souto. Depois de arranjar a primeira empregada, uma cliente chamou-me à atenção que, se eu tivesse lá aquela moça, muitos não iriam entrar naquele estabelecimento. Como não costumo aceitar de chofre os presságios negativos dos outros, a rapariga continuou lá. Não foi por causa da falta de clientes mas, como outras pessoas também continuaram a comentar eu ter lá aquela empregada, transferi-a para outra loja fora da terra. Arranjei então uma rapariga bem vista por aquelas pessoas. Inicialmente ela portou-se bem mas, um dia, precisei de ir a casa dela e descobri, penduradas a secar, roupas que ela tinha retirado sem autorização!
De novo tive que procurar empregada. Anunciei e apareceram algumas candidatas com boas referências. Ia escolher Claudine, uma jovem linda e culta; morava mesmo ao lado da loja. No dia da decisão lembrei-me de pedir a Deus que me desse a Sua opinião se devia escolher essa ou outra. Coloquei-Lhe a questão e, ao abrir a Bíblia ao acaso, saiu um texto em Actos 1:24,25,26, dizendo:
− E oraram e disseram: Ó Deus, Tu que conheces os corações de todos, mostra-nos qual destes tens escolhido para que tome parte deste ministério e apostolado, de que Judas se desviou. Depois tiraram os nomes à sorte sobre eles, e a sorte caiu sobre Matias e por acordo comum este foi contado e incluído com os onze apóstolos.
Fiquei surpresa ao ler este texto de que antes ninguém me tinha falado e foi curioso ter tido conhecimento dele precisamente numa altura em que eu estava a atravessar uma situação idêntica. Não podia deixar de fazer o mesmo que os apóstolos para verificar o resultado.
O que aconteceu foi que, depois de escrever em bilhetes os nomes das candidatas e de tirar um à sorte, a que Deus escolheu foi a Daniela. Ela morava longe e eu estava decidida a não a empregar. Era pouco risonha e tinha um aspecto desmazelado.
Surpreendida com a decisão divina, perguntei se Claudine não era honesta e se aquela sorte que calhara era realmente a escolha divina. O texto que saiu a seguir foi em 1º Samuel 16:7, que diz:

− Não olhes para a sua aparência pois rejeitei-o (…) porque não é como o homem vê o modo de Deus ver, pois o mero homem vê o que aparenta aos olhos mas, quanto a Deus, Ele vê o que o coração é.
Já tinha investigado vários textos bíblicos que falavam sobre as sortes e com mais esta resposta fiquei absolutamente convencida de que as sortes tiradas deveriam ser respeitadas por serem a decisão divina.
Entretanto eu já tinha conversado com Claudine mostrando interesse em escolhê-la. Agora já nem sabia o que lhe iria dizer sobre a minha decisão de não a empregar. Então resolvi perguntar a Deus: “Agora como me vou livrar desta? O que vou dizer à moça?”.
O texto que saiu foi em Provérbios 16:1, dizendo:
- Ao homem terreno pertencem os arranjos do coração, mas de Deus deve vir a resposta da língua.
Logo ao lado deste texto encontra-se outra frase relacionada com a mesma situação. Em Provérbios 16:3 diz:
− Confia a Deus todos os teus negócios e os teus projectos terão bom êxito.
Aborrecida por ter tomado essa decisão sem O consultar, meditei:
− Precipitei-me em comer a batata ainda quente e agora estou em vias de me queimar.

Voltei a ler melhor a segunda parte do texto que me tinha saído em Provérbios 16:1:
“de Deus deve vir a resposta da língua”.
Então pensei:
− Ora bem! Esta seria uma óptima solução se Claudine soubesse como fazer perguntas a Deus! Seria fácil, Ele mesmo lhe falaria por que razão não quer que ela viesse trabalhar para a minha loja.
Interroguei-me se devia ensiná-la a consultar a Deus; no entanto, tomei a resolução de não envolver os assuntos espirituais com os materiais.

Mais tarde insisti na ideia; aquela loja era a que estava a facturar mais; a terra tinha muitas indústrias e empregava muitas mulheres que, na hora da saída, corriam para lá. Nessas alturas, seria conveniente ter mais uma empregada. Foi então que me lembrei de contratar Claudine para as horas de ponta. Continuava curiosa por que motivo Deus a tinha rejeitado e não queria tomar uma decisão sem Lhe fazer mais uma pergunta:
− Posso dar-lhe emprego em part-time? E como vou escolhê-la? Posso dizer-lhe que tirei sortes na escolha anterior e agora fá-lo-ia na frente dela?
E a resposta calhou em Ezequiel 44:7, dizendo:
− Nenhum estrangeiro pode entrar no meu santuário, quer dizer, nenhum estrangeiro que estiver no vosso meio.
Este texto podia ter muitas interpretações, mas, em vista da pergunta que tinha feito, estava claro que qualquer uma delas era negativa.

Entretanto disse à Daniela o que se tinha passado e expliquei-lhe como Deus me tinha falado para a escolher. Nos dias seguintes, Claudine fez amizade com Daniela e ia para a loja conversar.
Daniela acabou por relatar como eu consultava a Deus e como Ele a tinha escolhido.
Claudine aceitou com satisfação a novidade de que Deus pode aconselhar-nos sobre as decisões que devemos tomar. Confidenciou-lhe que só tinha procurado aquele trabalho para os pais não a incomodarem e que pretendia voltar para França, pois não suportava as saudades do namorado.
Correu para casa para perguntar a Deus se deveria voltar a procurar a empresa francesa onde anteriormente tinha trabalhado. Então a resposta que lhe saiu foi em Jó 14:15, que diz:
“Tu chamar-Me-ás e Eu mesmo te responderei. Terás saudades do trabalho das tuas mãos”.
No dia seguinte, Claudine estava radiante e foi logo cedo à loja contar as novidades sobre as respostas que Deus lhe tinha dado e as suas decisões. Não passou um mês sem que voltasse a trabalhar em França.
Ficou assim descodificado o mistério por que Deus a tinha rejeitado, não porque ela fosse desonesta.


TER CUIDADO COM AS INTERPRETAÇÕES E DECISÕES!

Quando Deus nos dá um conselho é importante duvidar das nossas interpretações iniciais e esperar pelos resultados, pois são os acontecimentos que nos vêm mostrar se fizemos uma boa ou má interpretação das Suas respostas. É útil nunca desanimar de O consultar; é essencialmente pelo conselho divino que nos entendemos a nós mesmos, às outras pessoas e à própria vida. Pelo hábito de encetar esse diálogo e o desejo de conhecer a realidade é que passamos a entender os eventos do nosso dia-a-dia. Mesmo depois de anos de prática nas respostas d’Ele é importante não confiar inteiramente na nossa sapiência.

Quando me saiu o texto de Ezequiel 44:7 entendi as palavras “Nenhum estrangeiro pode entrar no Meu santuário” como se Deus não fosse responder às interrogações da Claudine.
Mais tarde, quando a Daniela me informou que a Claudine tinha obtido respostas de Deus, percebi que tinha interpretado mal o versículo de Ezequiel. Então perguntei a Deus por que razão tinha interpretado mal esse texto, ou porque não tive a ousadia, como a Daniela teve, de explicar à Claudine que o próprio Deus a poderia aconselhar.
Então a esta minha interrogação saiu Mateus 12:3-7, que diz:

“Não lestes o que David fez quando os seus homens tinham fome? Como entrou na casa de Deus e comeram os pães da apresentação, algo que não lhe era lícito comer, nem aos que estavam com ele, mas apenas aos sacerdotes? (…) se tivesses entendido o que significa misericórdia não teríeis condenado inocentes”. O que pensavam os sacerdotes? “Deus fala apenas connosco e não com o povo, pois eles estão impuros!”. Por esta razão não havia controlo no ensino que se ministrava! Se Deus não podia dar o Seu próprio parecer ao povo, como é que se sabia quem ensinava verdade ou mentira? Também este é um assunto importante em que devemos debruçar-nos.
Para mim está claro que Deus quer dialogar com qualquer pessoa. Isto, se ela tiver desejo de confiar apenas n’Ele e não em palavras humanas. Por que razão não lhe facultaria Ele a informação que proporcionasse o seu aperfeiçoamento?


APENAS COM UM PEDAÇO DE PÃO, MILHARES COMEM.
Sim, pão fresco e vindo directamente d’Ele, sem intermediários

Entrementes ponderei: “Espera aí, se fosse eu a explicar que consultava a Deus será que ela aceitaria tão bem como aconteceu sendo a Daniela a dar uma explicação ocasional?”.
Resolvi saber a resposta de Deus a esta pergunta e o texto que Ele me fez ler foi em Mateus 16: 12. Precisei de o ler algumas vezes até finalmente entender que a resposta foi afirmativa. Vejam-se algumas palavras escritas neste capítulo:
− Jesus disse: “vigiai o fermento dos fariseus e dos saduceus”. Eles pensaram “ora, se nem trouxemos pão connosco! Porque julgais que não tendes pães? Não vos lembrais dos cinco pães que deram alimento a cinco mil homens e ainda sobraram doze cabazes? Compreenderam então que Ele lhes falara não do fermento dos pães, mas do ensino dos fariseus e dos saduceus”.
Que mensagem quis Deus transmitir-me com este texto?
− A primeira é que, se fosse eu a falar, ela não prestaria atenção a tudo quando eu desejaria explicar-lhe (na mente dela a dúvida bloquearia os raciocínios e a iniciativa de fazer perguntas a Deus daquele modo).
A segunda interpretação é a de que não foi preciso eu falar, já que o pouco que a Daniela lhe contou foi o suficiente para ela correr a fazer perguntas a Deus.
Além disso verificamos que as respostas d’Ele — os textos que a Claudine mencionou que lhe tinham saído — serviram para convencer ainda mais a Daniela que Deus nos pode falar, tal como eu também aprendi.
Como vamos aproveitar os “cabazes” que sobraram às duas? Veja que através do diálogo divino tanto os professores ajudam alunos como estes ensinam os seus mestres. Se todos podem dialogar com o Ser divino, então todos podem receber a Sua sabedoria. Ele distribui-la-á tanto aos ignorantes como aos que se julgam sábios.

Veja-se! Do pequeno pedaço de pão que eu tinha dado à Daniela apareceu pão fresco vindo directamente de Deus para a Claudine. Esta veio contar as suas experiências com as respostas claras que obteve. Então, restou pão para a Daniela e esta, contando-me, sobrou pão para mim. E o facto de estar a ler estes relatos significa que ainda sobrou pão para si. Se quiser consultar a Deus pode passar por experiências idênticas, que resultam em pão fresquinho directamente de Deus a partir daquele pedacinho inicialmente dado à Daniela.

Nos próximos artigos o titulo é:


INTERPRETAR AS RESPOSTAS E NÃO AS ESCRITURAS

SINCRONIAS DIÁRIAS

As vantagens da dúvida e do diálogo com o Criador


Muitas pessoas podem dizer que Deus não fala a partir do acaso. Mas ao longo dos dias tenho tido centenas de provas de que frases tiradas ao acaso foram efectivamente escolhidas pelo Ser divino.

O problema é que não tenho tempo de descrever todas essas experiências.

Se Ele pode falar-nos sobre aquilo que pensa a partir de frases escritas para serem tiradas aleatoriamente (chamarei frases sibilinas a estas frases escritas para depois fazermos tiragens aleatórias) porque não usá-las para termos a Sua orientação, obedecer-Lhe, andar de modo compassado com ela?

Tenho provas que essas consultas me trouxeram inúmeras vantagens, quem me convencerá a desistir?

Santo Agostinho escreveu: “Da quod iubes et iube quod vis.”
Dá-me aquilo que ordenas… ordena-me aquilo que queres!

Vou contar um caso que neste momento acabou de acontecer.

Não acredito que simplesmente pela nossa fé, Deus possa fazer acontecer algo. Isto porque não são os nossos desejos que vão activar a acção divina. Deus não se deixa compelir pelos nossos desejos. Estes, assim como os nossos conhecimentos, estão condicionados a inúmeros factos. É por isso que dialogar com Ele é importante pois podemos conhecer melhor os outros, nós próprios e a nossa missão.

Antes de eu começar a escrever, repare nas etapas que tenho que ultrapassar para saber exactamente aquilo que Ele quer que eu escreva. Adoro este trabalho por causa da harmonia do diálogo que Ele começa a ter comigo, isto quando me preocupo em saber aquilo que Ele quer que eu escreva e não aquilo que eu desejo escrever.

Leia com atenção pois o que vou relatar pode acontecer com qualquer pessoa, consigo também, certamente!

Hoje ao acordar abri o meu computador e um ficheiro novo. Quis escrever sobre quem é Deus.

De um modo surpreendente, Ele começou a orientar a minha escrita e a desfazer todas as minhas dúvidas sobre aquilo que Ele queria que eu começasse a escrever.

Repare bem como, pois este meu método também pode vir a trazer-lhe muita inspiração:

a) Na noite de ontem tirei uma frase do oráculo dos sacerdotes (que é aquele que eu designo por Oráculo Sibilino, para me ajudar na escrita) e a que saiu dizia para eu pôr de lado a escrita das frases para o outro oráculo (intitulado SOS Bússola) e começar a escrever um artigo.

b) – Logo pela manhã voltei a perguntar:
Que artigo queres que escreva? Olhei para um dicionário de citações, abri-o ao acaso e o título da que saiu era: Deus e o homem. Repare que este dicionário tem mais de 5000 entradas e perto de 70 títulos diferentes e foi este que o acaso me indicou.

Antes de começar a escrever sobre este assunto interroguei-O de novo sobre aquilo que Ele queria que eu escrevesse naquele mesmo título: Deus e o homem.

c) Peguei numa Bíblia e, abrindo-a também ao acaso, saiu em Êxodo 3:14 que diz: “Mostrarei ser o que Eu mostrar ser”

d) Continuando a perguntar o que iria escrever sobre Êxodo 3:14, procurei de novo o oráculo Sibilino e a resposta que este me deu foi: “ vai ao teu disco externo e sorteia ali um ficheiro.”

Neste disco eu coloco tudo que retiro da Internet assim como aquilo que escrevo diariamente. São assuntos com os mais variados temas. Aqui tenho duas pastas, uma primeira que contém muitas outras classificadas por assuntos e uma segunda onde tenho junto todos os ficheiros para tirar um aleatoriamente. Nesta encontram-se mais de 10.000 ficheiros, a maioria deles com textos que eu coloco invisíveis para quando os abrir não saber o que lá está escrito. Depois de passar com o rato nas letras ponho-lhe então a cor negra para poder ler.

e) O texto que me saiu foi um poema grande, meu, e que ainda estava por acabar. O tema era precisamente “Mostrarei ser”, aquele que eu tinha lido minutos antes quando sorteei o texto bíblico. A frase que eu li neste poema foi:

Maravilhas hei-de encontrar,
No momento oportuno,
Tu fazes que venham a ser,
Para que eu os possa ver!
Milagres simples da vida,
Todos os dias me dão guarida!

Poderá acreditar-se que em 10.000 ficheiros tenham coincidido as duas tiragens?
Maravilhas que também você pode testar
Basta para isso você duvidar e investigar


Este é o método que eu uso para saber se aquilo que eu penso é o mesmo que Deus pensa.
É difícil acontecer que estejamos sempre em sintonia com Deus. Por isso mesmo duvido se aquilo que quero escrever corresponde ao que Ele quer.

Porque duvido e sei que é importante conhecer uma sabedoria superior à dos homens, consigo sempre obter respostas claras, seja Ele a favor ou contra aquilo que eu conjecturo. Para mim o que é importante é o conhecimento a partir da experiência com Ele.

Sei que o acaso pode ser movido pelo Ser divino, mas para isso é preciso que haja um pedido nosso, e esse pedido tem que estar motivado pela vontade de fazermos aquilo que Ele nos aconselha e não aquilo que nós queremos. Senão eu iria a um casino e dizia a Deus para que fizesse as máquinas expulsarem todas as moedas que têm lá dentro para eu encher a minha bolsa! O que obviamente não vai acontecer nem interessaria que acontecesse, pois o conhecimento vindo d’Ele é que nos dará mais poder que todo o ouro do mundo.

O que está envolvido nestes jogos do acaso é um sincero desejo de conhecer os pensamentos d’Ele e rejeitar todos os raciocínios que estão condicionados às nossas limitações físicas.

O veículo que me conduz quando procuro respostas é a dúvida. Duvido de tudo, menos de que Ele pode mover tudo para me falar.

Não confio em ninguém, nem nos meus próprios raciocínios, a não ser que o acaso me fale.

Será que a dúvida é uma deficiência minha? Eu acho muitas vantagens nas minhas dúvidas. Primeiro, constantemente estou a saber que Deus pode falar comigo, depois, não estou circunscrita ao conhecimento humano. Uma das maiores vantagens é que não sou nem enganada nem manipulada.

Cada um pode achar o seu próprio método de dialogar com Deus, é preciso é que esse método lhe dê provas constantes de que resulta.

Tenho para mim que não existem nem métodos nem máquinas físicas que superem a vontade divina; mediante uma palavra Sua todos os agentes físicos se movimentam segundo as Suas ordens.

Se você é um matemático e estudou probabilidades, então incito-o a que faça esta investigação.
Virá certamente a tirar a seguinte conclusão: Tal como um fabricante de máquinas humanas pode alterá-las, adaptando-as para servirem, por exemplo, um filho deficiente, cujas necessidades especiais ninguém conhece melhor que ele, assim também Deus pode, através do diálogo materializado em qualquer sistema de tiragens à sorte, preencher as lacunas do nosso conhecimento e da nossa vida.

Duvide e peça-Lhe informação, pois Ele lhe dará todas as informações necessárias.

NOSSOS DIAS COM O CONSELHO DELE

COMO USAR OS SEGUNDOS, OS MINUTOS, AS HORAS, OS DIAS?


Aconteceu na Figueira. Acordo por volta das quatro da manhã como é normal acontecer muitas vezes, levanto-me e vou escrever umas duas ou três horas, depois, quando posso, durmo mais uma ou duas horas. No dia anterior a Bela, uma amiga de Coimbra, deixou-me um relógio de parede como oferta.
Fui sentar-me na mesa para escrever. Antes de abrir o portátil olhei para os ponteiros dos segundos desse relógio. Então senti que Deus me falava:
Olha como eles correm velozmente! Lembra-te que os dias da tua vida também correm e quanto cada minuto é importante para ti! Carreguei no botão para abrir o portátil e quando observava os traços do Windows no ecrã escuro enquanto se estava a abrir palavras parecidas com as anteriores chegam ao meu cérebro dizendo: Repara como esses pontos correm apressadamente e seguem apenas numa direcção, não retrocedem até que tudo fique claro e tu possas ver as pastas com que vais trabalhar. Estas vão te fornecer variada informação, vê como Deus cria infinitas obras a cada segundo; milhares de criaturas estão activas diante das Suas orientações. Se desejares, tu também podes trabalhar em harmonia com cada uma delas. Mas não desperdices os teus dias com assuntos que aos Meus olhos não são importantes. Agarra cada segundo que passa edificando-te a ti e aproveita a ajuda daqueles que eu disponibilizei para estarem contigo nas tuas obras.

Quando o ecrã do computador se abre, continuo a pensar naquelas palavras e pergunto-me: Por onde vou começar? Tenho duas pens, cada uma com oito mil pastas, tenho o disco rígido com seis mil. Optei por ir ao meu oráculo Sibilino (com um sistema aleatório) que tem cerca de quatro mil frases que me vão dar orientação sobre os trabalhos que Deus acha prioritários.

Fiquei espantada quando começo a ler a frase:

Vê como cada instante da tua vida é precioso: cada pensamento, cada pequeno gesto teu valorizar-te-ão, isto se estiveres atento ao nosso diálogo. Lembra-te de quantas coisas podem acontecer em segundos ou em minutos: muitos são os que partem e também outros tantos nascem. Será que não sabes que a morte nem devia existir? No entanto, muito se pode modificar, concertar ou mesmo conservar, desde que Eu entenda que deve ser conservado. Vê como posso fazer aparecer em ti uma energia criativa que jamais pensarias possuir. Em união Comigo, poderás aumentar muito os teus conhecimentos. Eles podem servir não apenas para ti, mas com eles podes transformar o mundo. Apenas é necessário que tenhas um profundo desejo nesse teu coração.

Dentro de milhares de pastas com a mais variada informação, a minha mente se encaminhou num fantástico labirinto e foi encontrar palavras muito idênticas àquelas que eu estava a perceber que era Deus que mas dizia. Que probabilidade tinha de encontrar uma resposta tão semelhante àquela que eu estava a pensar dentro de milhares? Foi apenas porque Ele atendeu ao meu pedido, a resposta foi ter-me encaminhado para o oráculo Sibilino confirmando assim que aquelas palavras que eu estava a pensar eram d’Ele e não pensamentos meus.

P.S. Oráculo Sibilino foi o nome que dei a um oráculo que escrevi para saber a opinião divina durante a minha escrita. Caso você deseje participar comigo na escrita de oráculos eu posso facultar este oráculo. Para isso pode escrever-me pois eu lhe enviarei um formulário para se inscrever no curso de escrita Sibilina. Você pode publicar as suas frases nos meus livros e o seu nome será referenciado como autor das respectivas frases.

Luz Compasso? porquê?

Razão de ter colocado o meu nome de escritora Luz compasso:




Compass em Inglês significa Bússola, e com boa razão...


Deus aloja as Suas mensagens no nosso inconsciente através dos sonhos, quando o nosso intelecto está em descanso profundo ou a dormitar. Fique atento, para que esse sonho seja um veículo importante na sua vida. Ele é o alimento para que o seu espírito permaneça vivo! O combustível para se poder circular, compramo-lo nós com o nosso trabalho intelectual; porém, para entendermos os sonhos, conhecermos a nossa missão e destino, é necessário deixarmo-nos conduzir por um GPS divino.
Repare na imagem em baixo: quanto os humanos inventaram; quando o diálogo com Ele estiver mais presente no nosso quotidiano, como será o mundo com a revelação da ciência divina!?
Posted by Picasa


Vou contar as minhas experiências:
Em 1990 – 1991 comecei a sentir uma forte necessidade de orientação divina. Devido às limitações do ser humano, só uma direcção fidedigna podia mudar o meu rumo para melhor. Um pensamento constante me apoquentava: “O modo como queres solucionar a tua vida pode causar-te problemas”. Eu sabia que Deus podia dar-me conselhos, mas desconhecia como O interrogar ou o modo de entender com clareza as Suas respostas.


Ao longo da minha vida tive várias manifestações que me faziam crer que Deus quer falar ao homem. Muitas vezes tive sonhos que me preveniam antes de tomar uma decisão errada. Confrontava-me com a ideia de que pudesse existir um método que nos desse uma resposta rápida quando precisássemos de tomar decisões no momento.


Recebi pequenas revelações e fui juntando o puzzle, porque até 1991 nada conhecia sobre o método de dialogar com Deus. Anos antes tinha tido um sonho premonitório e surpreendente que me mostrou a chave para alguns trabalhos que ainda hoje estão a ser realizados. Tive muitos outros que também foram importantes para vincar o meu rumo, a minha personalidade e o meu nome espiritual: Luz Compasso.
Irei contar em várias cronicas neste blog.


Bússola de Luz




Quando me divorciei, arranjei um trabalho extra, numa distribuidora de livros. Dormia poucas horas, trabalhava dia e noite. Uma vez vim do norte e dormi umas horas numa casa da empresa em Leiria. No dia seguinte tinha que ir a Lisboa carregar livros e jantar com os meus colegas. Então sonhei:


«Eu seguia numa viagem e estava com sono, parei e fiquei a dormir na berma da estrada dentro do carro que estava cheio de livros. De repente, veio na minha direcção um camião TIR a buzinar com toda a força. No sonho pensava: “Adormeci e não tenho maneira de me desviar, é desta que vou morrer”. Nesse momento, um objecto parecido com um prato voador brilhante surge do céu em velocidade, emitindo um barulho que eu nunca tinha escutado: era agradável, parecia um misto de vento com harpas eólicas. Passou-me à frente e senti o seu calor na face. O vento forte que ele provocou desviou-me para a direita e o camião passou a centímetros de mim, seguindo normalmente pela estrada sem me atropelar. O objecto aterrou e estava a luzir no chão com vários livros espalhados ao redor. Saí do carro para o observar e quando lhe peguei era um livro cuja capa tinha uma pequena bússola luminosa e em relevo e o ponteiro negro parado no oeste. O livro era em tons de azul e em letras salientes e douradas dizia: “A Bússola que mudou o mundo”. Quando o ia abrir, começou de novo a rodar e a subir devagar em direcção aos céus».


Acordei e já não consegui dormir. Peguei no carro e segui de madrugada para Lisboa. Chegou a noite, comi um farto jantar e saí já bastante tarde. De novo teria que ficar a dormir em Leiria porque era lá que ia entregar os livros. No caminho comecei a sentir-me ensonada e, para despertar, ouvia músicas e, embora fosse inverno, abri um pouco as janelas para apanhar vento fresco. Na antiga estrada, pouco antes de chegar a Leiria, havia uma recta de vários quilómetros e, com o sono, pestanejei enquanto conduzia. Nesse momento, despertei com um camião TIR a buzinar. Guinei o volante para a direita e saí da estrada. O carro roçou em grandes pedras e partiu a barra da direcção e por isso parou na berma. Nada me aconteceu, apenas tive algumas nódoas negras dos livros que caíram em cima de mim.


Quando olhei para o carro com os livros espalhados, imediatamente recordei o meu sonho. Tomei-o como um aviso de que precisava realmente de uma bússola divina para guiar os meus caminhos e não arriscar a vida por desconhecer a vontade d’Ele.


Assim, desde esse dia, escrevi um diário e o título que nesse tempo queria lhe dar era: “A bússola que mudou o rumo da minha vida”. Porque realmente aquele acidente mudou muito a minha vida. Só que, naquele tempo, eu não imaginava o que era escrever um livro e para mim seria pura ficção pensar em fundar uma editora.
Provavelmente passaram cinco anos quando tive um outro sonho premonitório. Ele só se tornou realidade cerca de 10 anos depois, em 2004, quando publiquei o meu primeiro livro na nossa editora.


O nome Luz Compasso


As ocorrências inesperadas e a vontade de mudar de rumo fazem com que Deus esteja mais perto de nós, com as mais diversas manifestações. Um dia alojei-me numa quinta dos meus pais para passar umas férias de meditação e escrita. Só que o meu pai trocou-me as voltas a esses desejos e eu não pude ficar lá mais que dois dias. Como estava decidida a isolar-me, peguei numa tenda e fui acampar com o meu filho para a Cova Gala, perto da Figueira da Foz. Foi para lá que Deus me conduziu, embora existissem praias mais perto, em Aveiro. A violência com que o meu pai me expulsou marcou-me; porém, o que eu pensei ser mau transformou-se numa bênção, já que nesta terra conheci pessoas muito simpáticas, que compreenderam a minha espiritualidade e tinham experiências idênticas. Uma amiga cedeu-me alojamento e, em vez de ficar um mês, acabei por ficar vários.
Neste tempo, eu já conhecia os métodos de dialogar com Deus, por isso foi uma época em que tive a oportunidade de estudar e aprender muito com Deus e com as pessoas que conheci. Tinha feito amizade com os pescadores da Gala e eles davam-me quilos de peixe, pois na altura ainda não era vegetariana. Comecei a ir todos os fins-de-semana visitar os meus pais e levava-lhes todo aquele peixe, até que o meu pai resolveu ir visitar os meus amigos. Então, pediu-lhes para me convencerem a interromper aquele longo retiro de escritora e prometeu diante deles dar-me apoio em tudo o que eu necessitasse. Embora já tivesse alguns discípulos, nessa noite eu comecei a duvidar se algum dia eu teria possibilidades de publicar o que escrevia e se realmente valia a pena o tempo dispensado e os esforços que fizera.
Então tive outro sonho:


.
«Eu estava vestida de branco, sentada no chão de uma tenda quadrada e de cor branca. Dentro desta havia uma mesinha onde estava um livro pequeno, mas com muitas páginas. Então uma voz falou comigo e disse: “Tens que escrever este livro, será publicado e o Meu espírito estará nele. Tu seguirás a Minha sombra, por isso irás chamar-te Luz Compasso”. Eu não entendi e perguntei: “Compasso? O que é isso?”. Ele respondeu: “Traçar com exactidão”. Eu perguntei: “Tu respondes-me de modo exacto e assim ensinas a traçar os meus caminhos?”. Em cima do livro surgiu um compasso a desenhar circunferências sozinho; quando parou, na capa estava a imagem da bússola igual àquela com que eu tinha sonhado há alguns anos.
Perguntei: “Porquê compasso?”. Ele respondeu-me: “Compasso é uma Bússola”. De novo não entendi; estava confusa. Ele disse: “Não podes ficar sozinha na tenda, sai e enviar-te-ei alguém para te explicar”.
Então eu saí da tenda e no céu vi um compasso ao lado direito e uma Bússola ao lado esquerdo; era de noite, mas estes dois objectos tinham luz própria. Então a voz disse: “Os teus livros serão publicados com o nome Luz Compasso”».
Acordei e o sonho parecia tão real que corri para a rua para ver o céu: estava no mês de Novembro, como se fosse verão, embora tivesse chuviscado, o luar era muito intenso e a água da chuva parecia dar ainda mais brilho à praia da Cova Gala.
No dia seguinte, fui contar o sonho às minhas amigas. Uma delas era emigrante e nesse ano tinha decidido ficar mais tempo em Portugal. Então contou-me que nessa noite estava a olhar o céu e viu lá um ramo de flores. Ela não o queria contar a ninguém com medo de a julgarem maluca, mas quando lhe disse o quanto a noite estava clara, ela perdeu o medo de falar sobre a visão.
Quanto a mim, só muito mais tarde, quando tinha a editora, é que investiguei a palavra compasso e concluí que bússola se diz compass em Inglês, embora em Português a palavra signifique o conhecido instrumento usado pelos desenhadores.


Sonhei duas vezes com aquele livro: a capa era exactamente a mesma e desvaneceram-se todas as dúvidas de que o livro iria ser publicado. Tinha várias experiências e concluí que sonhar duas vezes com o mesmo assunto era insistência divina para que eu acreditasse que isso aconteceria. Em dada altura, eu fiz uma pergunta a Deus sobre outros sonhos premonitórios e, ao abrir a Bíblia ao acaso, deparei-me com o texto de Génesis 41:32, que descreve a razão por que se sonha duas vezes com o mesmo assunto.




Alguns anos depois eu estava a fazer a revisão de um livro oracular que queria publicar, com o título “Árvore da Vida”, do qual até já tinha pedido o ISBN, e nessa noite Deus deu-me um sonho que dizia: “Tens que o deixar para mais tarde, pois o que vais escrever agora tem que se chamar Bússola”.


Então coloquei de parte o primeiro e neste momento estou a fazer a revisão do livro oracular “SOS Bússola”. Este é um livro de bolso, com 2000 frases. O outro que estava a escrever é também um oráculo maior e com mais frases, para estudar em casa

ERROS, CONTO E UMA JURA...

Como actualmente tenho o cabelo desta cor as unhas grades achei esta imagem a mais parecida comigo

Olá chamo-me Luz!

Este é o meu nome  do nascimento. O  espiritual é Luz Compasso.

O mais importante neste blog é você saber que Deus existe e pode falar falar consigo.


Sim! Pode falar sem que para isso precise interpretes. Falará directo como uma pessoa fala com outra pessoa.


Vou provar-lhe isso quando consultar o meu oraculo.


Vivo em Coimbra, no centro de Portugal.
Há alguns dias que tenho andado um pouco doente.
Sobre problemas de saúde, como me curo vou contar-lhe experiências interessantes, mas só mais tarde.


Antigamente as mulheres que escreviam para os oráculos chamam-lhes de Sibilas.  A respeito delas muito se fala e pouco se sabe dos seus verdadeiros trabalhos.
É preciso ser-se uma sibila para se compreender o trabalho que essas mulheres faziam.
Você é mulher e quer ser uma sibila? Eu posso ensinar-lhe!...Veremos mais tarde. Basta escrever para mim para: compassodaluz@gmail.com

É preciso você consultar a Deus para que Ele lhe diga o que na realidade acontecia no passado com estas mulheres.


O próprio Deus pode desfazer os mitos que foram passando de geração em geração em que, ainda hoje, muitos acreditam.


É Deus que lhe vai falar e eu vou lhe ensinar como você pode dialogar com Ele e obter respostas claras. Eu só vou transmitir-lhe as minhas experiências!

 
Bom, mas vamos lá começar. Hoje vou contar-lhe a razão porque estou aqui. Subi a uma serra e numa aldeia chamada Carvalhos, a uns 15 quilómetros de Coimbra, encontrei um monumento em memória de oito aviadores que se despenharam naquele lugar.


Então lembrei-me da morte. Lembrei-me dos meus voos e pensei:


São muitas as vezes que eu também ando no "ar".


Ando no ar quando não estou com os pés bem assentes na terra, isto é, quando corro pensando fazer o que é correcto. Embora faça consultas oraculares. Por vezes não sei bem se é correcto, faço o que trago em mente.


Também ando no ar quando corro pensando que vou fazer - só mais tarde - aquilo que Deus aprova.


Mas de repente a gente cai, depois ou se morre ou se acorda. A maior parte do tempo vivemos por ai a sonambular.


Ao pensar nas minhas maleitas sempre sei que existem coisas que faço contra mim. Penso que não sei, mas provavelmente até sei e erro. A toda a hora faço perguntas a Deus, mas depois faço apenas o que eu quero e não o que Ele me aconselhou.


A JURA


Nestes belos montes, lá no alto, e perto do monumento fiz uma jura para Deus que iria consultá-Lo e seguir certinha – à risca – tudo o que Ele me dissesse para fazer.


Fiz uma jura parecida com esta no dia 26 de Março do ano 1992


Ao longo destes 18 anos por vezes querei a jura.


Hoje Deus disse-me o que vou escrever em baixo.


Sempre que quebro a jura Ele repreende-me; ficou claro que eu não o deveria fazer.


No dia que esqueci esta promessa fui à Bíblia tirei um texto ao acaso e saiu em Eclesiastes 5:5 que diz:


“Melhor seria que não votasses do que votares e não pagares. Não permitas que a tua boca te faça pecar. Nem digas ao teu anjo que foi engano aquilo que Lhe prometeste. Porque deveria Deus ficar indignado contigo e estragar o trabalho das tuas mãos?”.


Achei maravilhosa a resposta por ter sido tão exacta, embora um pouco assustadora.


Era preciso não voltar a quebrar o pacto de obediência.

 
Se eu quebrasse a jura, claro que iria ficar desprotegida e com problemas.


O texto foi tão claro que eu resolvi tornar públicas estas minhas experiências neste blogue.


Outro texto que me saiu ao acaso foi em Provérbios 20:25, que diz:


“É um laço quando alguém clama irreflectidamente fazendo uma jura para um santo e após os seus votos, então é que começa a examinar se vai conseguir, ou se está disposto a fazer aquilo que prometeu.”


Ora, com estes dois textos saídos ao acaso um atrás do outro, o desejo de O consultar tornou-se maior e também o de fazer tudo o que Ele me aconselha.


Se você leitor deseja saber os pensamentos do seu guia espiritual, faça-Lhe uma pergunta e vá ao meu oráculo saber a resposta. Ou então a um livro qualquer que tenha em casa.

Faça assim:
Segure i livro fechado na sua mão e concentre-se numa pergunta, ( apenas um de casa vez). Folheie as páginas de trás para a frente e a seguir abra o livro; ainda com os olhos fechados ponha o dedo numa frase da folha e depoi leia a resposta divina.


Seja um fiel consulente e que Ele o guie em todos os seus caminhos para que possa ter dias mais felizes e com saúde.


Até breve

 
Luz.


Esta é uma mensagem do meu oráculo para si leitor:


"São apenas necessários alguns minutos para repentinamente tudo mudar em teu redor; basta apenas um novo conhecimento, uma nova atitude, um sorriso, um estender de mão. Se você precisa ajuda porquê não ajudar?"

Foi isto que decidi fazer ao escrever neste blog.

Até já!